"Nunca consegui me entender. Quem dera pudesse. Feliz e triste, cheia de alegria e aflição, segura e medrosa, amada e renegada, paciente e zangada, pacífica e arredia, completa e vazia... tudo isso. Eu sentiria tudo. Tudo isso, definia o meu eu."
amands, 16.